Produtos da Apple

Trocar de um Android para iPhone é uma questão que certamente já terá surgido na vida de muitas pessoas a determinada altura.

Vou começar então por responder ao título que o trouxe até aqui. Sim, na minha opinião este é de facto um bom momento para trocar de um qualquer smartphone Android para um iPhone.

Aliás, para mim qualquer altura será boa, contudo admito que agora hajam ainda mais razões que o podem convencer a dar o tal passo em frente.

Não vou aqui fazer ataques indiscriminados aos smartphones Android, não é esse o objetivo deste artigo. Sabemos que nenhum dos dois mundos é perfeito e por isso ambos têm vantagens e desvantagens. Já usei os dois sistemas operativos (Android e iOS) a tempo inteiro e por isso sinto-me com alguma propriedade em falar sobre isso.

Vou então falar de três razões capitais para si, que está indeciso em trocar para o mundo iOS do iPhone.

Preço

Nunca um iPhone tão competente esteve tão barato como agora. O lançamento do novo iPhone SE veio tornar mais acessível o ingresso no mundo Apple com performance muito boa.

Não é um topo de gama mas é perfeitamente competente a todos os níveis. Se os 499 euros pedidos pelo modelo base são muito para si, há ainda no mercado iPhones 7 e 8 novos, a preços mais baixos.

Se por outro lado o seu orçamento puder exceder o valor base do iPhone SE então há mais alternativas com ganhos de funcionalidades e design.

Escolha variada

Vimos assim ter à segunda razão pela qual considero ser uma boa medida trocar para um iPhone neste momento. Nunca antes a escolha foi tão variada e de tão boa qualidade. Recorrendo só aos modelos vendidos oficialmente pela Apple são, à data que vos escrevo, 5 as variantes disponíveis. A saber o iPhone SE, o XR, o 11, o 11 Pro e o 11 Pro Max. Cada um tem as suas combinações de cores e uma coisa tem que ser dita a nível de performance nenhum desilude.

Dentro de alguns meses este panorama será certamente alterado, contudo é esperado que se mantenha a escolha variada.

Os rumores recentes falam do lançamento de quatro novos modelos em setembro (um 5.4’’, dois 6.1’’ e um 6.7’’). Este cenário certamente levará a que dos modelos atuais que referi anteriormente só se mantenha o recém lançado iPhone SE. Se a isto somarmos também o rumor de um iPhone SE Plus, poderemos ter então 6 equipamentos por onde escolher.

iOS 14 com mais novidades

Por já ter sido utilizador Android sou o primeiro a admitir que há coisas que ficariam bem empregues no iOS. Em conversa com amigos costumo dizer que a Apple tarda em aplicar algumas funcionalidades, mas quando o faz, faz melhor. O refinamento e a forma metódica como são feitas as coisas, tornam-nas mais perfeitas.

Segundo os rumores, visualmente o iOS 14 poderá trazer novidades interessantes. Sobretudo ao nível do ecrã principal. Como exemplo fala-se na adição de widgets (reais, não os que agora temos no iOS) que podem ser posicionados em diferentes locais, com diferentes tamanhos o funcionalidades diversas. Também a possibilidade de ter as apps listadas de forma diferente é uma possibilidade, não se sabe ainda os moldes, porém é também uma opção.

Depois há a velha questão das atualizações, regra geral, 5 anos são garantidos, e mesmo depois desse tempo há dispositivos que recebem atualizações críticas de segurança. Exemplo disso, o velhinho iPhone 5s, cujo sistema operativo ficou no iOS 12, ainda há algumas semanas recebeu uma atualização de segurança.

Como vê razões não faltam. Se estiver indeciso em trocar o Android por um iPhone, tenha noção que é um mundo diferente e por certo inicialmente poderá estranhar. Mas já diz o povo, “primeiro estranha-se, mas depois entranha-se”.

Um dos casos de maior sucesso entre os produtos Apple são os AirPods. Andam nas “orelhas do mundo” desde 2016 e são responsáveis por muitos milhões de dólares de lucro.

São indubitavelmente um dos meus produtos preferidos da Apple, por tudo o que me providencia em tão pouco tamanho.

São práticos, bonitos, de qualidade e com todos estes e outros benefícios acabam por sair baratos face ao binómio custo/benefício. Já dizia o ex-selecionador nacional de futebol, Scolari, que “o bom não é caro, caro é aquilo que é fraco”.

Quando em setembro de 2016 foram apresentados ao mundo, tiveram em palco pouco destaque e eram considerados meros acessórios do então modelo de topo, iPhone 7 e 7 Plus. Com a extinção do conetor 3.5 tornava-se útil um equipamento do calibre dos AirPods.

Atualmente, depois de atualizados e de conhecerem uma versão Pro com Cancelamento Ativo de Ruído, continuam o seu caminho de sucesso.

Recentemente, Greg Joswiak VP de Marketing da Apple revelou alguns pormenores dos bastidores dos AirPods, um “best seller” da gigante de Cupertino.

Assim, Joswiak começa por assumir que o sucesso foi imediato “foi quase como um relâmpago, dada a velocidade com que se espalhou”. Mais ainda, referiu que “correu ainda melhor do que esperávamos”.

Com efeito, o VP de Marketing da Apple registou que a intenção de criar uns earphones sem fios vem já desde o tempo da criação do primeiro iPhone. A Apple tem desde há muitos anos uma ideia concetual de uma linha de produtos sem fios, sempre que possível.

Contudo, uma boa parte deste sucesso deve-se ao facto de determinados pormenores terem sido exaustivamente estudados.

O trabalho para o sucesso dos AirPods

“Trabalhámos com a Universidade de Stanford para fazer o scan em 3D de centenas de orelhas, de diferentes estilos e formas, com o objetivo de obter um desing único que servisse o maior número de pessoas possível, visto ser um produto de tamanho único.” Com os AirPods Pro foi efetuado um trabalho semelhante, porém foi usada uma amostra de scans 3D ainda maior.

Oficialmente não sabemos quantas unidades de AirPods foram vendidas, todavia avança a Wired, estima-se que em 2019 foram vendidos cerca de 35 milhões de pares.

O novo MacBook Pro de 13″ 2020 foi recentemente lançado pela Apple. E logicamente que muitos utilizadores terão curiosidade em saber o real desempenho da máquina em relação aos modelos anteriores.

Será que vale a pena um utilizador que tenha adquirido o MacBook Pro 13″ do ano passado, atualizar para o novo modelo de 2020? Qual o desempenho do modelo de 2020, face a outros modelos de MacBook existentes no mercado? A publicação japonesa Macotakara, publicou um relatório onde compara as pontuações obtidas pelo Geekbench para vários modelos de MacBook, onde dá uma ideia nesse sentido.

Assim sendo, o novo MacBook Pro de 13″, equipado com o novo processador Intel Core i7 de 10ª geração tem uma pontuação no Geekbench de 4885 em Multi-Core, e 1361 em Single-Core. Enquanto o MacBook Pro de 13″ que vem equipado com o processador Intel Core i5, também de 10ª geração consegue uma pontuação de 4489 em Multi-Core e 1271 em Single-Core. Tendo em conta os números apresentados na tabela, o novo MacBook Pro de 13″ 2020 tem um desempenho um pouco melhor quando comparado com o modelo de 2019. Contudo é uma performance pouco significativa.

Se porventura você procura uma máquina com muito mais poder de processamento, será melhor optar pelo MacBook Pro de 16″ que a Apple estreou no ano passado. Os modelos maiores têm melhor desempenho porque possuem processadores e GPUs (unidades de processamento gráfico) mais rápidos. De tal forma que, maquinas maiores permitem também baterias maiores, e uma melhor refrigeração, o que por sua vez, permite embutir chips mais rápidos.

A vantagem destes testes sintéticos de benchmark efetuados pelo Geekbench, é que ajudam os utilizadores a perceberem se vale a pena a atualização para os modelos mais recentes. No entanto, se tem o MacBook Pro 13″ do ano passado, provavelmente não há um motivo muito convincente para atualizar para o modelo deste ano.

O Apple Watch de uma senhora alemã com 80 anos, residente na cidade de Mainz, detetou um problema cardíaco que passou completamente ao lado do ECG de 12 derivações do seu hospital.

É um assunto de alguma controvérsia sobre quão confiável é, ou não, o eletrocardiograma (também denominado ECG) do Apple Watch em todas as análises que regista a frequência cardíaca. Por outro lado, não há absolutamente nenhuma controvérsia sobre quantas vidas o ECG do Apple Watch ajudou a salvar, graças ao registo da frequência cardíaca que vai efetuando. Alias é recorrente surgirem notícias sobre como a funcionalidade do ECG do Apple Watch alertou pessoas sobre problemas cardíacos que eventualmente nem saberiam.

Efetivamente há muitos estudos que mostram que o Apple Watch é preciso em detetar graves problemas cardíacos. Contudo, a maioria dos profissionais médicos geralmente concordam que o Apple Watch, na melhor das hipóteses, consegue dar um aviso prévio sobre eventuais problemas cardíacos, e definitivamente não substitui um diagnóstico médico adequado e completo. Afinal como poderia um equipamento como o Apple Watch com ECG de 2 derivações, ser mais eficaz que um ECG de hospital com 12 derivações, muito mais caro e sofisticado que o relógio inteligente da Apple?

Logicamente que na esmagadora maioria das situações, o ECG dum hospital é efetivamente um equipamento muito pais preciso, e completo. Mas nem sempre as coisas são tão quadradas. Às vezes também são um pouco redondas. Segundo um relatório do European Heart Journal (também disponível em PDF) um Apple Watch de uma senhora alemã com 80 anos de idade, detetou um problema cardíaco grave, que o ECG  hospitalar de 12 derivações não conseguiu detetar.

Mais uma vida salva pelo Apple Watch

A senhora chegou ao hospital com queixas de dores no peito, ritmos cardíacos irregulares e tonturas. Além disso, ela tinha um histórico médico que incluía uma variedade de problemas cardíacos, incluindo hipertensão arterial, bem como ritmos cardíacos irregulares, um dos sintomas que a levou ao hospital. Contudo, quando o staff do hospital efetuou um ECG hospitalar de 12 derivações, não encontraram evidências de problemas cardíacos na senhora.

No entanto, após o ECG, a paciente mostrou aos médicos registos anteriores realizados com o Apple Watch, que revelavam episódios frequentes de batimentos prematuros ventriculares, junto com uma acentuada depressão do segmento ST (termos médicos que levaram ao diagnóstico de isquemia cardíaca), apesar do ECG do hospital não mostrar qualquer evidencia de isquemia cardíaca. A isquemia cardíaca, é uma condição que causa fluxo sanguíneo reduzido ao coração, geralmente resultando num bloqueio parcial ou completo das artérias do coração. Também pode levar a outros problemas devido ao miocárdio estar privado do oxigénio que ele precisa para funcionar corretamente.

Apesar dos dados do Apple Watch com ECG serem muito menos detalhados, foram suficientes para levar a senhora a receber tratamento médico na artéria coronária, e ela foi capaz de deixar o hospital no dia seguinte.

Como utilizar a app ECG no iPhone

A app ECG consegue registar o ritmo e os batimentos cardíacos através do sensor de ritmo cardíaco elétrico no Apple Watch Series 4 ou posterior, e, em seguida, analisar os registos de fibrilação auricular (FibA), uma forma de ritmo cardíaco irregular. Também regista um eletrocardiograma que representa os impulsos elétricos gerados pelo batimento do coração. Por fim, analisa estes impulsos para obter o ritmo cardíaco e determinar se as cavidades superiores e inferiores do coração têm um ritmo regular. Um ritmo irregular pode indicar uma fibrilação auricular.

Outras funcionalidades que poderão chegar ao próximo Apple Watch Series 6, será o suporte à monitorização do sono e dos níveis de oxigénio no sangue. Por isso fique atento às novidades do iClub.

A pandemia que atravessamos é agora transversal a todos os países e continentes, mas foi na China o seu epicentro inicial. De que forma isto pode “afetar e infetar” os iPhones que nos chegam às mãos?

A não ser que o estimado leitor esteja há uns meses numa caverna, sabe já com toda a certeza todos os cuidados básicos que devemos praticar para tentar evitar o contágio e a propagação do temido Covid-19.

Inclusivamente os nossos equipamentos electrónicos devem ser higienizados, nomeadamente os nossos iPhones como aqui aconselhamos.

Contudo, todos, ou quase todos os iPhones que nos chegam às mãos são provenientes das muitas fábricas da Foxconn na China. A questão é se esse facto representa para o consumidor perigo de contaminação? A resposta a esta questão não é uma certeza absoluta, porém com as devidas cautelas podemos dizer que a probabilidade de sermos infetados por um iPhone fabricado na China é quase nula.

Com efeito, a Foxconn reforçou as medidas de higiene nas suas linhas de montagem. Mais ainda, os funcionários estão obrigados ao uso de máscaras, medição de temperatura corporal, e estão também sujeitos a monitorização fora dos seus turnos.

Na China todos os setores laborais foram obrigados a protocolos extra de higiene

O próprio governo chinês tem agora regras muito apertadas quanto ao uso de máscaras e demais protocolos de higiene em todo o tipo de trabalhos. Com estas medidas também toda a logística que se segue à produção estará também com risco de contágio minimizado.

Todavia, se mesmo assim algo correr mal, existe o tempo de transporte que será sempre superior aos 3 a 5 dias. Embora não haja ainda certezas absolutas, até o smartphone chegar às nossas mãos terá já passado o tempo necessário para que o vírus se extinga das superfícies.

Por fim, e como estamos a viver num mar de incertezas acerca do Covid-19, por via das dúvidas proceda à desinfeção tanto da embalagem como do iPhone e respetivos acessórios… já diz o povo há muitos anos que “o seguro morreu de velho”.

A Apple lançou a nova atualização de firmware 2D15 para os AirPods Pro. Que sucede a problemática 2C54 ou a anterior 2B588.

Não precisa de se preocupar em atualizar os seus AirPods dado que o processo é automático assim que os emparelha com o seu iPhone, depois de sair um novo update. Vale a pena é verificar se já estão atualizados acedendo às Definições> Geral> Sobre> AirPods.

Não se conhecem as mudanças que a Apple implementou com esta nova atualização de firmware, no entanto, esperam-se melhorias gerais a nível do emparelhamento e cancelamento de ruído.

A Apple anunciou hoje uma atualização do MacBook Pro de 13 polegadas com o novo teclado tesoura Magic Keyboard e processadores Intel de 10ª geração. A marca da Maçã revelou todos os detalhes do seu novo produto em comunicado de imprensa.

“Seja um estudante universitário, um programador ou um profissional de criação, o MacBook Pro de 13 polegadas oferece desempenho poderoso, um ecrã Retina impressionante e duração da bateria para todo o dia no nosso notebook profissional mais portátil. Hoje estamos a adicionar o novo Magic Keyboard, a dobrar o armazenamento padrão e a aumentar o desempenho, tornando o MacBook Pro de 13 polegadas um valor ainda melhor para os nossos clientes”, disse Tom Boger, diretor sénior de marketing de produtos para Mac e iPad da Apple. “Com estas atualizações, toda a nossa linha de notebooks apresenta o Magic Keyboard para a melhor experiência de digitação de todos os tempos em notebooks Mac, oferece o dobro do armazenamento padrão do que antes e oferece ainda mais desempenho.”

Se estão recordados dos rumores, tudo apontava para que a Apple fosse aumentar o ecrã deste modelo, mas não o fez. Manteve o tamanho nas 13 polegadas e não se notam mudanças no tamanho das bezels do modelo. Agora as mudanças face ao anterior residem claramente no teclado que agora passa a ser o mesmo do MacBook Pro de 16″ e do MacBook Air 2020, tal como ao nível do desempenho, com os processadores Intel de 10ª geração, com velocidades Turbo Boost de até 4.1GHz.

A Apple promete um aumento no desempenho até 2,8x para quem vem de um MacBook Pro de 13″ Dual-Core. Os novos gráficos Intel Iris Plus integrados oferecem desempenho até 80% mais rápido que o MacBook Pro de 13 polegadas da geração anterior para edição de vídeo 4K, renderização mais rápida e jogabilidade mais suave. Os novos gráficos também permitem aos utilizadores deste novo MacBook Pro ligarem o Pro Display XDR com resolução total de 6K.

A Apple passa agora a oferecer como configuração padrão em alguns modelos os 16 GB de memória RAM. Memória esta mais rápida que a geração anterior. Pela primeira vez num MacBook Pro de 13 polegadas, os utilizadores podem agora fazer upgrade da memória RAM até aos 32 GB.

As opções de armazenamento base também foram dobradas. Agora de entrada passamos a ter 256GB de armazenamento SSD mas poderá aumentar até ao máximo de 4 TB. Note-se que só os modelos com 16GB de memória RAM e 512GB de SSD trazem os processadores de 10ª geração da Intel.

O novo MacBook Pro de 13 polegadas começa nos 1529€ e pode encomendar já o modelo da sua preferência na Apple Store Online. As primeiras unidades começam a ser entregues no final desta semana.

O novo Apple Watch Series 6 só deverá ser revelado no final do ano (em conjunto com os iPhones da próxima geração) mas os rumores já andam por aí. A marca da Maçã prepara o seu lançamento com grandes novidades, principalmente a nível dos recursos de saúde, que são cada vez mais populares e elogiados.

Sabe-se que a Apple está a preparar o suporte a um oxímetro, para medir os níveis de oxigénio no sangue dos utilizadores, bem como de uma outra funcionalidade há muito aguardada, o tracking de sono. Melhor desempenho e autonomia são também aguardados na próxima versão.

Conheça todas as possíveis novidades do Apple Watch Series 6

Ainda há pouco tempo vos tínhamos dado conta de uma fuga de informação do 9to5mac, que avançava com vários detalhes sobre a próxima geração do relógio da Apple. E recentemente estas informações foram corroboradas pelo YouTuber Nikias Molina, que diz ter tido acesso a informações sobre o próximo modelo da Apple.

Claramente os destaques do Series 6 parece que vão ser o suporte à monitorização do sono e dos níveis de oxigénio no sangue. Mas parece que também será capaz de detetar problemas de saúde de origem nervosa, como ataques de pânico.

No coração disto tudo estará alegadamente um novo chip S6 da Apple, que será mais eficiente que o da geração anterior, ou seja, que tornará possível uma extensão da autonomia da bateria do Apple Watch.

Os rumores também apontam para a incorporação de um sensor de impressões digitais Touch ID no próximo Apple Watch, bem como de outras novidades nos mostradores, melhorias no Eletrocardiograma, e sabe-se ainda que está a ser preparada a funcionalidade de controlo parental no watchOS.

Fique atento ao iClub para mais novidades do mundo Apple. Nas próximas semanas, com o arranque da WWDC 2020, deveremos ficar já a conhecer uma peça importante deste próximo modelo do Apple Watch, que é o sistema operativo que ele vai rodar, o novo watchOS 7. Tal como os restantes softwares da Apple, iOS/iPadOS 14, tvOS 14 e macOS 10.16, que vão certamente vir instalados com a próxima geração de dispositivos da marca.

O uso de máscara é neste momento o melhor e único “anti-vírus” que podemos usar, e o iOS 13.5 vem dar uma ajuda ao desbloqueio via Face ID do iPhone.

Se já usou máscara e tem um iPhone com Face ID, certamente já se deparou com o problema de ter que a tirar para desbloquear o smartphone. Contudo, se isso não é uma opção porque estamos num supermercado ou nos transportes, por exemplo, então temos que aguardar uns segundos até que apareça o teclado para digitarmos o nosso código secreto.

É precisamente neste processo que Apple está a trabalhar, em suma o objetivo é que a interface para digitarmos o código de desbloqueio apareça mais rapidamente. Isto claro após falhada a verificação com o Face ID.

Com efeito, O encurtamento deste tempo é uma das melhorias que serão inseridas já na próxima atualização do iOS para a sua versão 13.5.

Segundo avança o MacRumors esta melhoria já está bem patente na versão Beta do iOS 13.5 para desenvolvedores, que foi disponibilizada há alguns dias.

Por outro lado, se preferir pode seguir os passos que lhe deixamos neste artigo, para habilitar o Face ID do seu iPhone a funcionar enquanto estiver a usar máscara.

Por fim, relembramos que o uso de máscara em locais fechados com acesso de muitas pessoas, para além de uma questão de segurança é uma obrigação cívica.