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As últimas do mundo Apple.

A Promais, loja especializada Apple, em Braga, foi assaltada durante a madrugada desta noite pelas 01:30h. A loja, que fica situada numa das artérias da principal avenida bracarense, viu a sua montra arrombada, presumivelmente pela traseira de um automóvel durante a noite.

Os ladrões levaram os artigos de exposição, entre os quais iPad, iPhone, MacBook e iMac e artigos de armazém. Pelas averiguações iniciais, nenhum produto pertencente a clientes foi levado, apenas produtos de exposição e novos. Os moradores da zona deram conta do impacto,  já que o presumível automóvel embateu por duas vezes contra a montra, antes dos ladrões entrarem para levarem os produtos. Para azar dos ladrões, nenhum iPhone X estava disponível na loja.

Cada vez mais está a tornar-se tendência as semanas calmas por Cupertino. Esta semana não foi além dos habituais rumores, pequenas mudanças e alguns anúncios. Aqui vos deixamos o resumo desta semana, para que não deixem escapar nada.

Segunda-feira a Apple disponibilizou no seu site o relatório de sustentabilidade do novo iPhone X que será lançado em breve. Para além disso, e segundo alguns rumores, a Apple irá fazer de novo uma mudança na tecnologia de processadores que equipam os seus computadores, passando a usar tecnologia ARM. Será que veremos processadores desenhados pela gigante de Cupertino? Depois do sucesso que tem tido nos dispositivos móveis é bem provável. Tim Cook foi às compras e o alvo foi a Regaind, uma pequena empresa francesa especializada em visão por computador.

No dia seguinte, a Apple disponibilizou no GitHub os kernel (a parte mais fundamental dos sistemas operativos) tanto do iOS como do macOS, em mais uma iniciativa de contributo open-source da empresa. Quem está em maus lençóis é a Irlanda que depois de ver a Apple julgada por suposta evasão fiscal no país, foi agora também condenada pela União Europeia no mesmo processo.

Quarta-feira foi dia de iOS e nada de mais por Cupertino. A Apple lançou o iOS 11.0.2 que corrige o suposto problema de ruído durante as chamadas nos iPhone 8, entre outras pequenas correções. Foi também dia de anunciar que o iOS 11 já chegou a uns incríveis 38.5% dos dispositivos compatíveis.

Quinta foi dia de Tim Cook voltar às compras. Desta vez o alvo foi a Init.ai, mais uma pequena empresa com apenas 6 empregados e que o produto vai ajudar a melhorar a Siri, nomeadamente os Business Chats, novidade apresentada no iOS 11. Surgiram também supostos casos de iPhone 8 com a bateria estufada, a empresa norte-americana disse que já está a investigar o problema.

A semana terminou com o lançamento de uma atualização suplementar do novo macOS 10.13 High Sierra para além de corrigir a robustez da instalação e problemas com o Mail, corrige também, ainda que não divulgado, uma vulnerabilidade do APFS. Por último a Siri, que confundiu o hino oficial da Bulgária com a tão famosa música Despacito.

Esta foi a semana de as coisas acalmarem. Depois de nas últimas semanas a Apple ter apresentado três novos iPhone, um novo Apple Watch e uma nova Apple TV e de na semana passada ter iniciado a venda de dois dos novos iPhone e dos restantes produtos esta semana foi a vez de acalmar o mercado.

Segunda-feira foi o dia escolhido pela Apple para o lançamento oficial da nova versão do macOS, o High Sierra, compatível com os seguintes modelos:

  • MacBook Pro – 2010 ou posterior
  • MacBook – Late 2009 ou posterior
  • MacBook Air – 2010 ou posterior
  • iMac – Late 2009 ou posterior
  • Mac Mini – 2010 ou posterior
  • Mac Pro – 2010 ou posterior

Foi também na segunda-feira que foi revelada uma reportagem do Buzzfeed que nos mostra como a gigante de Cupertino prepara o lançamento de um novo produto nas suas lojas e de a iFixit nos apresentar a desmontagem dos iPhone lançados na semana anterior e os resultados são surpreendentes.

No dia seguinte, mais uma novidade. A Siri passou a usar como padrão o motor de busca do Google, deixando assim cair a parceria com a Microsoft que levava a que todas as pesquisas pela assistente da Apple fossem feitas usando o Bing. Ficamos também a saber que o iOS 11, lançado há menos de um mês já está instalado em 25% dos dispositivos que o suportam, números impressionantes! Outra das notícias que nos chegou foi um novo “Gate”. Ao que parece alguns utilizadores dos novos iPhone estão a aperceber-se de ruídos quando fazem chamadas pelos seus novos iPhone. Teremos uma nova “iPhonegate”?

Quarta-feira foi dia de grandes novidades pelos lados de Cupertino. Porquê? A Apple teve uma permissão da FDA para entrar no seu programa de aprovação expressa de recursos de saúde, juntamente com a Fitbit. Isto significará que a Maçã não estará sujeita ao longo e demorado processo de aprovação, permitindo não só aprovar mais rapidamente novos produtos como o fazer sem sua divulgação pública, como tanto gosta. Foi ainda divulgado o novo iOS 11.0.1, que se foca na parte de fotografia dos iPhone, corrigindo alguns bugs.

Quinta-feira foi um dia agitado. Para além de remover o macOS Sierra da App Store, reformular a sua página de privacidade, publicar um extenso relatório sobre a segurança do Face ID e das declarações a afirmar que a nova “iPhonegate” iria ser corrigida através de software, a Apple ainda deu mais um passo no seu, já vasto, repertório de séries próprias. Desta vez será uma série ao estilo de Breaking Bad ou Game of Thrones.

Para terminar a semana, mais uma polémica. A FCC, órgão regulatório das comunicações americanas, pediu à Apple para ativar as antenas de rádio FM do iPhone. Pedido esse que foi imediatamente negado porque, imagine-se só, os novos iPhone não possuem estas antenas. Foi também dia de a Apple publicar o seu relatório de transparência e de anunciar que o Apple Music já ultrapassou os 30 milhões de assinantes.

Durante a apresentação da passada terça-feira, e já depois de apresentados o novo Apple Watch, a nova Apple TV 4K e o iPhone 8, estava a ser apresentado o iPhone X. Depois de Phil Schiller ter falado sobre este novo modelo, chamou ao palco Craig Federighi para demonstrar o aparelho.

Foi então que houve um pequeno deslize com o iPhone X a não funcionar com Craig Federighi. O vice-presidente da gigante de Cupertino pegou no iPhone X para demonstrar o Face ID, tentou duas vezes e apareceu o ecrã de bloqueio numérico, o que acontece quando o sistema de reconhecimento (seja Touch ID ou Face ID) falha. Foi então que teve que usar outro aparelho e aí sim, a demonstração não falhou.

Várias foram as questões levantas após a apresentação. Várias foram as opções levantadas e já se havia dito mesmo que a culpa teria sido a falta de preparação. O que aparece no iPhone é o famoso ecrã “Your passcode is required to embale Face ID”, o que acontece quanto o iPhone é reiniciado, é atualizado ou o sistema de reconhecimento falha várias vezes.

A Apple veio esclarecer a situação, através de David Pogue do Yahoo que conseguiu obter uma declaração da gigante:

Foram várias as pessoas que mexeram no dispositivo em palco na preparação para a apresentação, que não perceberam que o Face ID estava a tentar autenticar os seus rostos. Depois de algumas tentativas falhadas, o iPhone fez o que era suposto fazer pedir a senha numérica. O Face ID funcionou como foi previsto.

Posto isto, e depois da polémica esclarecida resta mesmo esperar pelo iPhone X que chega ao mercado em novembro.

A “one more thing” do evento de hoje foi o iPhone X. Segundo Tim Cook, CEO da Apple, a gigante de Cupertino pretende revelar o caminho da tecnologia para os próximos 10 anos, com os ensinamentos dos últimos 10 anos desde a apresentação do iPhone original. Pouco restava para conhecer deste modelo, depois de os rumores dos últimos meses irem desvendado um pouco daquilo que é a estrela da Apple, hoje serviu quase somente como uma oficialização.

As câmaras traseiras são agora verticais, com a traseira totalmente em vidro e o ecrã a ocupar toda a frente com o recorte no topo, local onde ficam os sensores que não são poucos. As laterais são de aço inoxidável com um acabamento que parece contínuo com o vidro. O iPhone X é também resistente à poeira e à água.

O ecrã também sofreu alterações sendo agora Super Retina display, com umas incríveis 5.8 polegadas na diagonal (2436×1125 px com uma densidade de 458 ppi). O novo iPhone é o primeiro aparelho da Apple a usar um ecrã OLED. A demora na chegada deste tipo de ecrãs também foi justificada por Phil Schiller, o responsável do marketing da Apple justificou com o facto de este tipo de tecnologia ter até hoje defeitos não aceitáveis para a Apple, só agora corrigidos como era o caso do brilho e da precisão da cor.

 

O botão Home também desapareceu. Para o acordar basta apenas levantar ou tocar no ecrã uma vez. A navegação passou a ser por gestos, à lá Snapchat. Por exemplo, para ir para o ecrã inicial, basta deslizar de baixo para cima, funcionando assim em todo o sistema operativo. Para o gestor de tarefas basta deslizar para cima e segurar. Já para a Siri basta chamar por ela: “Hey Siri” em inglês ou “E aí Siri?” em português do brasil, já que a assistente da Apple continua sem chegar a Portugal em português, ou pressionar durante 2 segundos o botão lateral.

O desbloqueio do iPhone também foi alterado, dando uso à nova tecnologia agora estreada pela Apple o FaceID. A tecnologia faz uso de variados sensores, presentes no topo do aparelho e que incluem um sistema de câmaras TrueDepth, uma câmara infravermelha, iluminação flood, a câmara frontal, um projetor ponto a ponto e mais algumas tecnologias.

O FaceID funciona até mesmo em ambientes sem luz, graças aos sensores que trabalham em conjunto para reconhecer o rosto de uma pessoa. Quanto é registado um rosto o conjunto de sensores gera um modelo matemático único, cada vez que o iPhone é desbloqueado os modelos matemáticos são comparados. Tudo isto acontece numa fração de segundo, automaticamente e sem a perceção do utilizador. Isto é possível graças ao A11 Bionic, que incorpora hardware especializado em inteligência artificial, capaz de realizar mais de 600 milhões de operações num segundo.

O FaceID funciona independentemente se o utilizador mudar de corte de cabelo, usar óculos ou chapéu. Adaptando-se mesmo à medida que a barba cresce. A gigante de Cupertino afirmou mesmo que não é possível burlar o sistema com fotos ou máscaras 3D de Hollywood. Todos os dados ficam armazenados, à semelhança do TouchID, no Secure Enclave e todo o processo é feito localmente.

Comparando as taxas de erro (alguém sem ser o próprio conseguir desbloquear o aparelho), o TouchID apresenta uma taxa de 1 em cada 50.000, já o FaceID apresenta uma taxa de 1 em 1.000.000. O FaceID funciona também com o Apple Pay, basta dar dois cliques no botão lateral e olhar para o iPhone que o pagamento é realizado. À semelhança do TouchID as aplicações dos programadores poderão também usar a tecnologia.

Os Animojis também foram apresentados. O que é isto? Basicamente são um novo tipo de emojis, criados pela Appel e que através da tecnologia do FaceID emulam o rosto e até mesmo a voz. As câmaras do iPhone X são parecidas às do também novo iPhone 8 Plus, tirando a lente objetiva que passa dos f/2.8 para os f/2.4 para um melhor comportamento em ambientes de pouca luminosidade. As duas câmaras traseiras apresentam estabilização ótica. O flash True Tone usa agora a tecnologia Quad-Led que permite até duas vezes mais luz uniforme. Assim, como o 8 Plus este novo iPhone tem também disponível o modo Portrait Lightning, filma 4K a 60fps e 1080p a 240fps. A câmara frontal permite agora também usar o Modo Retrato.

Quanto à bateria do iPhone X, esta também sofreu alterações, com mais 2 horas em relação ao iPhone 7. A tecnologia de carregamento com o padrão Qi está também disponível neste modelo. É possível carregar até 3 produtos ao mesmo tempo (iPhone, AirPods e Apple Watch Series 3 por exemplo) na mesma base, a Apple apelidou-a de AirPower. Todos os dispositivos a carregar aparecem no ecrã inicial do iPhone X.

O iPhone X estará disponível em versões de 64GB e 256GB, tal como o iPhone 8, com preço de 1179€ e 1359€, respetivamente. A pré-venda tem inicio a 27 de outubro e este modelo chega ao mercado a 3 de novembro.

A Apple apresenta hoje os novos modelos de iPhone. Phill Schiller subiu ao palco para destacar as novidades dos novos modelos de iPhone. Entre as quais, claro, estão a nova câmara dupla e um novo modo de iluminação.

Durante a demonstração, Phill Schiller mostrou uma foto tirada na ponte 25 de abril em Lisboa fazendo a brincadeira: “não, não é São Francisco é Portugal.”.

A outra foto mostra o resto de uma mulher no Bairro Alto.

Para além disto, na página de apresentação do iPhone X aparece também um vídeo do Terreiro do Paço.

 

Como esperado, a gigante de Cupertino apresentou esta terça-feira os resultados financeiros referentes ao período Q3 2017, fechado a 1 de julho. Com uma receita de 45,5 mil milhões de dólares e lucros de 8,72 mil milhões de dólares.

Neste trimestre destacam-se a ligeira subida nas vendas de iPad, com 11,4 milhões de unidades vendidas. E a continuidade no crescimento dos serviços, com vendas de 7,26 mil milhões de dólares.

A procura por iPhone subiu face ao trimestre hómologo, com 41 milhões de unidades vendidas.

Tim Cook elogiou o aumento da receita e ainda o recorde trimestral na receita dos Serviços:

Com uma receita de 7% em relação ao ano anterior, estamos felizes em reportar o nosso terceiro trimestre consecutivo de crescimento acelerado e um recorde trimestral trimestral na receita dos serviços”, disse Tim Cook, CEO da Apple. “Nós organizámos uma  Worldwide Developers conference, altamente bem sucedida em junho, e estamos muito entusiasmados com os avanços no iOS, macOS, watchOS e tvOS que chegarão no outono.

E o CFO da Apple, Luca Maestri, destacou o crescimento de 17% no lucro por ação:

Nós divulgámos crescimentos em unidades e receita em todas as nossas categorias de produtos no trimestre de junho, gerando um crescimento de 17% em ganhos por ação. Também devolvemos 11,7  mil milhões a investidores durante o trimestre, levando os retornos de capital cumulativos dentro do nosso programa para quase 223 mil milhões.

Para o quatro trimestre fiscal a Apple prevê os seguintes resultados:

  • Receita entre 49 mil milhões de dólares e 52 mil milhões de dólares
  • Margem bruta entre 37,5% e 38%.
  • Despesas operacionais entre 6,7 mil milhões e 6,8  mil milhões de dólares.
  • Outras receitas / (despesa) de 500 milhões de dólares.
  • Taxa de imposto de 25,5%.

Todos sabemos que a Apple é uma empresa de grandes amores. Existem autênticos fãs da gigante de Cupertino, uma parte deles também colecionadores de tudo o que gira à volta da marca. Pedro Aniceto, provavelmente o português mais conhecido entre os utilizadores de produtos Apple, colocou à venda estes dias algum do seu acervo, nomeadamente pósteres da marca, ideais para os fãs da marca.

Depois de ter sido gestor de produto Apple em Portugal durante uma década e meia, Pedro Aniceto despediu-se em 2013 do Apple Premium Reseller português GMS, onde trabalhava. A sua entrada para o mundo Apple deu-se em 1998, quando tomou posse como gestor de produto na Interlog S.A., o então importador oficial da marca Apple para Portugal. Nessa altura, recorda, “a Apple em Portugal era uma espécie de aldeia gaulesa”. Desde essa altura, Pedro Aniceto tem sido sempre um verdadeiro embaixador da marca, representando-a regularmente na internet, na rádio e na televisão.

Pedro Aniceto, colaborador do iClub, tem neste momento alguns anúncios online onde está a vender alguns pósteres publicitários originais da gigante de Cupertino, entre os quais:

Alguns destes pósteres, como é o caso do 1984 são bastante raros, mesmo internacionalmente. Está é uma boa oportunidade para a compra.

A autenticação de dois fatores chegou finalmente a Portugal. Os utilizadores portugueses têm agora à disposição um novo método de autenticação. A autenticação de dois fatores é uma camada adicional de segurança para o seu Apple ID, concebida para garantir que o utilizador é a única pessoa que pode aceder à conta, mesmo que alguém conheça a palavra-passe.

Com a autenticação de dois fatores, pode aceder à conta apenas em dispositivos nos quais confia, como o seu iPhone, iPad ou Mac. Quando pretende iniciar sessão num dispositivo novo pela primeira vez, terá de indicar duas informações: a palavra-passe e o código de confirmação de seis dígitos que é automaticamente apresentado nos seus dispositivos fidedignos. Ao introduzir este código, está a confirmar que confia no dispositivo novo. Por exemplo, se tiver um iPhone e estiver a iniciar sessão na sua conta pela primeira vez num Mac novo, ser-lhe-á solicitado que introduza a sua palavra-passe e o código de confirmação que é automaticamente apresentado no iPhone.

Quando tiver sessão iniciada, não lhe será novamente solicitado um código de confirmação nesse dispositivo, a menos que termine sessão por completo, apague o dispositivo ou precise de alterar a palavra-passe por motivos de segurança. Quando iniciar sessão na web, poderá optar por confiar no navegador, para que não lhe seja solicitado um código de confirmação da próxima vez que iniciar sessão nesse computador.

Até agora esta funcionalidade não estava disponível em Portugal, o que estava disponível era a autenticação em dois passos, que já foi provado que não é 100% seguro. Na autenticação em dois passos é enviado uma mensagem de texto com um código de confirmação, em vez de uma push-notification como acontece no novo método. Ao que parece, a autenticação em dois passos já não está disponível e foi totalmente substituída. A Apple já atualizou também a sua página dedicada a este recurso que está agora disponível em português de Portugal.

 

Phill Schiller, VP de Marketing da Apple, e Craig Federighi VP de Engenharia de Software da Apple foram os convidados desta semana do podcast “The Talk show” de John Gruber. O foco principal desta entrevista foi a WWDC, mais especificamente, alguns dos aspectos mais importantes anunciados durante a conferência.