No regresso às aulas trago-vos uma sugestão dirigida aos mais pequenos da família (e aos pais, que agradecem que os miúdos estejam entretidos). Whiskey a aranha é uma aplicação ideal para crianças entre os 2 aos 5 anos, repleta de jogos que estimulam a criatividade e aptidões lógicas infantis!

Há quatro modos com atividades diferentes. Existem jogos de pintura onde a criança pode pintar a aranha com várias ferramentas (lápis, caneta com motivos e carimbos) e desafios para vestir (com direito a acessórios e tudo!) a aranha. Além disso, a app dispõe também de atividades onde a criança tem que identificar objetos pelas formas, arrastando-os, ou procurando-os no meio de outros elementos.

Com Whiskey a aranha os mais novos aprenderão a arrumar objetos dentro duma imagem, colorir dentro das linhas e a desenhar livremente. Uma excelente forma da criança aprender enquanto se diverte.

Whiskey a aranha
Price: Free

 

Esta semana fica marcada, como é óbvio, pelo evento que ocorreu terça-feira no novo Apple Park e onde foram apresentados o novo Apple Watch Series 3, a Apple TV 4K, o iPhone 8 e o iPhone X. O semanário desta semana serve como reflexão das novidades apresentadas.

O tributo a Jobs

O evento começou com um tributo ao co-fundador da Apple e que também dá nome ao auditório: Steve Jobs. As suas palavras encheram a sala: “One of the ways that I believe people express their appreciation to the rest of humanity is to make something great.”.

I love hearing his voice. It was only fitting that Steve should open his theatre. – Tim Cook

Aquele, viria a ser, sem dúvida, um momento transformador para a Apple e para Cook. “It’s taken some time, but we can now reflect on him with joy instead of sadness.”

Jobs trabalhou durante uma década, disse Cook, no novo campus para a Apple. Um campus que aumentaria a colaboração entre engenheiros e designers a criar a próxima geração de produtos para mudar o mundo.

Este foi sem dúvida um momento decisivo da apresentação e que viria a marcar todo o seu passo. Mais do que a apresentação de um novo Watch ou um novo iPhone, o evento serviu para algo bem mais importante, definir o Apple Park como o seu novo campus e, com isso, homenagear Jobs publicamente.

As lojas da Apple

Angela Ahrendts, vice-presidente sénior das lojas da Apple, começou o evento com uma atualização às novas lojas da Apple, que agora, segundo a própria são pensadas mais como “town halls”. A vice-presidente afirmou ainda que a gigante de Cupertino vê agora as suas lojas mais como uma oportunidade de educação, exemplificando com a nova iniciativa “Today at Apple”.

No fim de contas, as lojas da gigante não servem para mais do que vender os seus produtos, mas a estratégia a longo termo revela um investimento da empresa em futuros potenciais clientes.

Apple Watch Series 3

Jeff Williams, que para além de gerir as operações da Apple é também o responsável pelo Watch e pelas iniciativas de saúde da empresa subiu ao palco. A gigante continua sem revelar os números de vendas do seu relógio, mas Cook já tinha dito antes que as vendas têm crescido 50% ano após ano, tornando-o no relógio mais vendido em todo o mundo, à frente de marcas como a Rolex, a Fóssil ou a Omega.

Embora seja a cada dia mais claro que, o mercado de relógios inteligentes é predominantemente um mercado de Apple Watch, torna-se também cada vez mais claro que a Apple não vê o Watch nesse contexto. O relógio é mais um produto que a gigante de Cupertino usa para mudar o paradigma da computação portátil, como foi inicialmente o MacBook, o iPod e o iPhone.

Jeff Williams apresentou ainda aquele que é, para mim, um dos melhores vídeos produzido pela Apple nos últimos tempos: o Apple Watch na mão dos consumidores, mostrando os vários usos ao redor do mundo a partir de cartas escritas à Apple.

O propósito do Watch nem sempre foi claro, tanto para a Apple como para os consumidores, mas parece que finalmente a gigante encontrou o caminho certo.
Depois de revisto o watchOS 4, já apresentado na WWDC, Jeff Williams mostrou ainda novas funcionalidades para o monitoramento de batimento cardíaco. Há agora alertas quando o Watch deteta que os batimentos estão elevados ou irregulares, dando assim o próximo passo do relógio. O Apple Watch deixa de ser um dispositivo de monitoramento e passa a ser um assistente. É certo que cada vez mais veremos funcionalidades como esta, já que a Maçã finalmente definiu o caminho a seguir que parece ser este.

Foi também apresentado o Apple Watch Series 3. No exterior as mudanças não são grandes, a grande mudança é, sem dúvida, os dados móveis. Esta “simples” funcionalidade transforma o Watch de um dispositivo que nunca se poderia afastar muito do iPhone, para um dispositivo não dependente deste. Certo que ainda limitado pelo seu tamanho e pela potência, mas não pela distância como acontecia. Esta mudança oferece toda uma nova realidade ao relógio da Apple.

A Apple TV 4K

Foi Eddy Cue, o responsável pelos serviços da Apple, o encarregado de apresentar as novidades da Apple TV. As críticas foram muitas quando, há dois anos, a Apple apresentou uma nova Apple TV sem suporte a 4K. Decisão facilmente explicada pelo pouco conteúdo 4K disponível.

Para além disso, há mais uma variável no jogo, o HDR. Como Eddy Cue demonstrou em palco, as diferenças são muitas e, há dois anos, a tecnologia simplesmente não estava pronta. A Apple fez o que costuma sempre fazer, esperou até a tecnologia estar consolidada para lançar uma solução completa que oferece aos consumidores a melhor experiência possível.

O anúncio de que o conteúdo 4K manter-se-ia ao mesmo preço que o conteúdo HD, e o conteúdo já comprado seria automaticamente atualizado para 4K fez o auditório delirar. Não só a Apple pisca o olho a novos potenciais consumidores com esta medida, como mantém os atuais satisfeitos.

O iPhone 8 e o iPhone 8 Plus

Quando Phil Schiller, o homem forte do marketing mundial da Apple, subiu ao palco ficamos logo a saber que viriam aí novos iPhone. Com a gigante de Cupertino, a mudar o padrão do nome. Em vez de um modelo 7s, os modelos passaram logo para iPhone 8. Embora, este ano o seu design seja parecido com o modelo antecessor, todo o processo mudou e isso pode explicar a mudança no padrão.

O alumínio, usado desde o iPhone 6 e iPhone 6 Plus, foi agora abandonado em favor do vidro. Decisão, facilmente explicada com facto do iPhone 8 ser agora compatível com o carregamento sem fios através do padrão Qi.
A dúvida que fica é, a tecnologia de carregamento sem fios evoluiu assim tanto que a Apple mudou de ideias e finalmente adotou uma tecnologia que já é usada há vários anos pelos mais diversos fabricantes para que no futuro possa apresentar-nos um aparelho totalmente sem fios, ou será que a empresa apenas precisava de uma funcionalidade para apresentar este ano e teve que ceder ao mercado? Cá estaremos para ver.

Contudo, para mim, uma das grandes surpresas da noite foi sem dúvida o novo Apple A11 Bionic. O novo processador, inteiramente desenhado pela Apple, apresenta seis (!) cores, dois eles dedicados à performance e os outros quatro à eficiência, ou seja, quando é necessário executar tarefas mais pesadas são usados os cores dedicados à perfomance, caso contrário são usados os cores com elevada eficiência. O processador tem ainda a capacidade de usar os seis cores ao mesmo tempo.
Já há alguns anos que a Apple dá cartas no hardware, ultrapassando em muitos pontos a concorrência mas parece que finalmente deram a volta, devendo estar para breve a mudança para chips próprios nos seus computadores, já que o novo chip apresentado tem melhores perfomances do que alguns dos chips mais recentes da Intel.

O sistema de câmaras também foi renovado e, graças ao novo ISP que equipa o A11 Bionic é possível fotografar com o novo modo “Iluminação de Retrato”. A nova funcionalidade, do modelo Plus, chegará em beta mas pelas demonstrações parece muito bom. Para além disto, e no que se refere ao vídeo o iPhone é agora capaz de filmar em 4K a 60 fps. A melhor qualidade num smartphone segundo a gigante de Cupertino.

A Apple aproveitou ainda para reduzir as suas linhas de produtos, no que toca pelo menos ao número de modelos. Os modelos Preto Brilhante, Ouro Rosa e o Product (RED) desapareceram e os novos iPhone estão apenas disponíveis em 64GB e 256GB. Permitindo assim à empresa ter uma linha de produtos muito mais gerenciável.

A apresentação do iPhone 8 fica ainda marcada pela presença de Portugal durante a apresentação. Duas das fotos que demonstraram o novo sistema de câmaras foram fotografadas em Portugal, uma mostra a Ponte 25 de Abril, a outra o Bairro Alto, ambas em Lisboa.
Juntando isto com o facto de o Terreiro do Paço estar em destaque na página de produto do iPhone X, nota-se o crescente interesse da Apple em Portugal, e em Lisboa em específico. Facto esse que pode ser justificado por Lisboa estar cada vez mais na moda, levando a gigante a redobrar o seu interesse na capital portuguesa. Interesse esse que, e como na Apple nada é feito ao acaso, poderá significar que veremos num futuro, próximo ou não, a chegada da primeira loja oficial Apple ao nosso país.

Schiller, como sempre, fez um excelente trabalho a apresentar o novo iPhone. Em qualquer outro ano, em todos os sentidos, o iPhone 8 seria tão inovador e substantivo tem sido sempre. Este ano, porém, fica na sombra do iPhone X.

A “One more thing…”

A frase, protagonizada por Jobs, não é usada muitas vezes por Cook, mas este ano tanto o iPhone X como o momento que se estava a viver mereciam. O novo iPhone X, que se deve ler iPhone 10, é o início da nova década de iPhone.

Phil Schiller voltou ao palco para apresentar os detalhes do novo modelo: o iPhone X tem quase todas as novas funcionalidades do iPhone 8, mas acrescenta um ecrã OLED HDR, não tem bordas nem botão Home, tem estabilização ótica em ambas as câmaras traseiras, tem um novo sistema de câmaras True Depth à frente e troca o Touch ID pelo novo Face ID. A grande dúvida e um dos pontos fulcrais neste novo aparelho é saber se a falta de um botão Home e o controlo total por gestos, à lá Snapachat, resulta.

As pessoas odeiam a mudança. É por isso que melhor do que mudar é iterar, baseando o novo no que já nos é familiar. Foi assim com a transição do Skeuomorphism para o iOS 7 e é agora com a transição do botão Home para o controlo total por gestos. Grandes mudanças criam grande tensão. Sem elas, porém, o futuro está sempre a chegar mas nunca chega claramente.

O novo iPhone estará disponível em Cinzento Sideral e Prateado, em 64GB e 256GB, em mais um claro movimento da Apple para reduzir a linha de produtos do iPhone
O que não se percebe é o facto da Apple ter mantido a linha de produtos completa e não ter cortado nenhum modelo. Manter o iPhone SE é aceitável e até se percebe que a Apple o atualize, mas manter iPhone 6s, iPhone 7 e agora iPhone 8 e iPhone X não é compreensível.

Durante a apresentação da passada terça-feira, e já depois de apresentados o novo Apple Watch, a nova Apple TV 4K e o iPhone 8, estava a ser apresentado o iPhone X. Depois de Phil Schiller ter falado sobre este novo modelo, chamou ao palco Craig Federighi para demonstrar o aparelho.

Foi então que houve um pequeno deslize com o iPhone X a não funcionar com Craig Federighi. O vice-presidente da gigante de Cupertino pegou no iPhone X para demonstrar o Face ID, tentou duas vezes e apareceu o ecrã de bloqueio numérico, o que acontece quando o sistema de reconhecimento (seja Touch ID ou Face ID) falha. Foi então que teve que usar outro aparelho e aí sim, a demonstração não falhou.

Várias foram as questões levantas após a apresentação. Várias foram as opções levantadas e já se havia dito mesmo que a culpa teria sido a falta de preparação. O que aparece no iPhone é o famoso ecrã “Your passcode is required to embale Face ID”, o que acontece quanto o iPhone é reiniciado, é atualizado ou o sistema de reconhecimento falha várias vezes.

A Apple veio esclarecer a situação, através de David Pogue do Yahoo que conseguiu obter uma declaração da gigante:

Foram várias as pessoas que mexeram no dispositivo em palco na preparação para a apresentação, que não perceberam que o Face ID estava a tentar autenticar os seus rostos. Depois de algumas tentativas falhadas, o iPhone fez o que era suposto fazer pedir a senha numérica. O Face ID funcionou como foi previsto.

Posto isto, e depois da polémica esclarecida resta mesmo esperar pelo iPhone X que chega ao mercado em novembro.

Foi no casamento de uns amigos que fiquei a conhecer a app desta semana: Eversnap. Não é propriamente uma novidade no mundo das aplicações, mas é sem dúvida uma ferramenta fantástica de partilha de fotografias de eventos privados.

Funciona da seguinte forma, o utilizador cria um álbum na aplicação, escolhe o nome e depois partilha o nome do álbum com as pessoas que desejar. As outras pessoas só têm que instalar a app, fazer o registo (ou entrar através do facebook) e procurar o álbum. A partir daqui, pode ver e partilhar fotografias e vídeos do evento em questão.

Ideal para casamentos, despedidas de solteiro, festas de aniversário, etc. Com Eversnap todos recebem rapidamente as fotografias e os vídeos das festas, com apenas alguns cliques.

A Apple acaba de disponibilizar, o evento completo que se realizou ontem no novíssimo Steve Jobs Theater no seu novo campus.

No evento a gigante norte-americana apresentou as suas “novidades” cujos rumores já tinham previamente dissecado quase na sua totalidade. Estamos a falar de um novo modelo de Apple Watch, uma Apple TV 4K, o iPhone 8 e 8 Plus e o novo modelo iPhone X.

Se não tiveste a oportunidade de ver o evento ao vivo ou de acompanhar a nossa cobertura, então tens aqui no iClub a terceira melhor solução.

Se perdeu ou apenas quer rever os detalhes dos vídeos apresentados durante o evento de hoje, a Apple já os disponibilizou no seu canal do Youtube. Veja em baixo a playlist completa com os vídeos.

 

Já é um hábito o The Verge publicar uma compilação dos principais eventos tecnológicos do momento. O evento de hoje não foi excepção, e por isso, para quem não teve oportunidade de acompanhar toda a transmissão em direto aqui ficam os melhores momentos da apresentação em 15 minutos.

A “one more thing” do evento de hoje foi o iPhone X. Segundo Tim Cook, CEO da Apple, a gigante de Cupertino pretende revelar o caminho da tecnologia para os próximos 10 anos, com os ensinamentos dos últimos 10 anos desde a apresentação do iPhone original. Pouco restava para conhecer deste modelo, depois de os rumores dos últimos meses irem desvendado um pouco daquilo que é a estrela da Apple, hoje serviu quase somente como uma oficialização.

As câmaras traseiras são agora verticais, com a traseira totalmente em vidro e o ecrã a ocupar toda a frente com o recorte no topo, local onde ficam os sensores que não são poucos. As laterais são de aço inoxidável com um acabamento que parece contínuo com o vidro. O iPhone X é também resistente à poeira e à água.

O ecrã também sofreu alterações sendo agora Super Retina display, com umas incríveis 5.8 polegadas na diagonal (2436×1125 px com uma densidade de 458 ppi). O novo iPhone é o primeiro aparelho da Apple a usar um ecrã OLED. A demora na chegada deste tipo de ecrãs também foi justificada por Phil Schiller, o responsável do marketing da Apple justificou com o facto de este tipo de tecnologia ter até hoje defeitos não aceitáveis para a Apple, só agora corrigidos como era o caso do brilho e da precisão da cor.

 

O botão Home também desapareceu. Para o acordar basta apenas levantar ou tocar no ecrã uma vez. A navegação passou a ser por gestos, à lá Snapchat. Por exemplo, para ir para o ecrã inicial, basta deslizar de baixo para cima, funcionando assim em todo o sistema operativo. Para o gestor de tarefas basta deslizar para cima e segurar. Já para a Siri basta chamar por ela: “Hey Siri” em inglês ou “E aí Siri?” em português do brasil, já que a assistente da Apple continua sem chegar a Portugal em português, ou pressionar durante 2 segundos o botão lateral.

O desbloqueio do iPhone também foi alterado, dando uso à nova tecnologia agora estreada pela Apple o FaceID. A tecnologia faz uso de variados sensores, presentes no topo do aparelho e que incluem um sistema de câmaras TrueDepth, uma câmara infravermelha, iluminação flood, a câmara frontal, um projetor ponto a ponto e mais algumas tecnologias.

O FaceID funciona até mesmo em ambientes sem luz, graças aos sensores que trabalham em conjunto para reconhecer o rosto de uma pessoa. Quanto é registado um rosto o conjunto de sensores gera um modelo matemático único, cada vez que o iPhone é desbloqueado os modelos matemáticos são comparados. Tudo isto acontece numa fração de segundo, automaticamente e sem a perceção do utilizador. Isto é possível graças ao A11 Bionic, que incorpora hardware especializado em inteligência artificial, capaz de realizar mais de 600 milhões de operações num segundo.

O FaceID funciona independentemente se o utilizador mudar de corte de cabelo, usar óculos ou chapéu. Adaptando-se mesmo à medida que a barba cresce. A gigante de Cupertino afirmou mesmo que não é possível burlar o sistema com fotos ou máscaras 3D de Hollywood. Todos os dados ficam armazenados, à semelhança do TouchID, no Secure Enclave e todo o processo é feito localmente.

Comparando as taxas de erro (alguém sem ser o próprio conseguir desbloquear o aparelho), o TouchID apresenta uma taxa de 1 em cada 50.000, já o FaceID apresenta uma taxa de 1 em 1.000.000. O FaceID funciona também com o Apple Pay, basta dar dois cliques no botão lateral e olhar para o iPhone que o pagamento é realizado. À semelhança do TouchID as aplicações dos programadores poderão também usar a tecnologia.

Os Animojis também foram apresentados. O que é isto? Basicamente são um novo tipo de emojis, criados pela Appel e que através da tecnologia do FaceID emulam o rosto e até mesmo a voz. As câmaras do iPhone X são parecidas às do também novo iPhone 8 Plus, tirando a lente objetiva que passa dos f/2.8 para os f/2.4 para um melhor comportamento em ambientes de pouca luminosidade. As duas câmaras traseiras apresentam estabilização ótica. O flash True Tone usa agora a tecnologia Quad-Led que permite até duas vezes mais luz uniforme. Assim, como o 8 Plus este novo iPhone tem também disponível o modo Portrait Lightning, filma 4K a 60fps e 1080p a 240fps. A câmara frontal permite agora também usar o Modo Retrato.

Quanto à bateria do iPhone X, esta também sofreu alterações, com mais 2 horas em relação ao iPhone 7. A tecnologia de carregamento com o padrão Qi está também disponível neste modelo. É possível carregar até 3 produtos ao mesmo tempo (iPhone, AirPods e Apple Watch Series 3 por exemplo) na mesma base, a Apple apelidou-a de AirPower. Todos os dispositivos a carregar aparecem no ecrã inicial do iPhone X.

O iPhone X estará disponível em versões de 64GB e 256GB, tal como o iPhone 8, com preço de 1179€ e 1359€, respetivamente. A pré-venda tem inicio a 27 de outubro e este modelo chega ao mercado a 3 de novembro.

Tim Cook começou da melhor maneira possível a apresentação daquele que é o sucessor do iPhone 7. “Nada na indústria deu tanto poder às pessoas como o iPhone”. E se pararmos para pensar, a conclusão é que a frase é mesmo verdadeira. Segundo a Apple a evolução dos últimos 10 anos de iPhone levou à apresentação do novo iPhone 8.

Quem subiu ao palco para os apresentar foi Phill Schiller, o homem forte do marketing mundial da Apple. Os novos modelos 8 e 8 Plus trazem um design novo, com vidro tanto na frente como na traseira do aparelho com as já habituais cores: prateado, cinza espacial e dourado, esta última com um novo tipo de acabamento. Mas, como em tudo na Apple, não é um vidro qualquer, é mais durável do que qualquer outro vidro presente num smartphone. O ecrã, com respetivamente 4.7 polegadas e 5.5 polegadas com a mesma resolução do modelo 7 trazem a tecnologia estreada no iPad, o TrueTone que ajusta o ecrã conforme as condições de luz.

No que toca ao interior, temos um novo processador A11 Bionic, com um design de 6 núcleos capaz de uma performance ainda maior com um menor consumo de energia. Estes 6 núcleos funcionam independente entre si, melhorando a perfomance em mais de 40%. O GPU, ou placa gráfica é a estreia da Apple. A partir de agora é a gigante de Cupertino que desenha os GPUs para os seus aparelhos, acabando assim o controverso relacionamento com a Imagination Tecnhologies. O novo processador gráfico é 30% mais rápido e está otimizado para jogos e aplicações ainda mais complexos.

Quanto às câmaras também houveram novidades. A nova câmara do modelo de 4.7 polegadas traz um sensor de 12 megapixels com Processador de Sinais de Imagens aprimorado para melhores fotos com baixa luminosidade, com mais nitidez e menos ruído nas fotografias. Já o modelo de 5.5 polegadas, tem uma câmara dupla com dois sensores de 12MP, e aberturas f/1.8 e f/2.8 respetivamente. O modo Retrato foi aprimorado e há um novo modo disponível, o Portrait Lightning. Esta tecnologia deteta o rosto a fotografar e permitir editar tanto o rosto como o fundo separadamente dependo das luminosidades.

A gravação de vídeos também recebeu novidades já há muito pedidas. Segundo o próprio Phil Schiller, os novos modelos de iPhone têm a melhor qualidade de gravação já vista em qualquer smartphone. É possível capturar vídeos 4K a 60fps ou em câmara lenta a 240fps em 1080p. Para além disto, temos também a tecnologia de realidade aumentada. As câmaras são especialmente calibradas para a tecnologia, assim como o hardware.

E por falar em tecnologias do futuro, outra delas é o mundo sem fios. Os novos iPhone vêm equipados com Wi-Fi e novo Bluetooth 5.0 e o carregamento sem fios com o padrão QI, se bem que este último ainda não está disponível. O iPhone 8 está disponível em dois modelos, 64GB e 256GB, com um preço de 829€ e 939€ em Portugal, respetivamente. A pré-venda começa sexta-feira, dia 15 de setembro e o lançamento oficial será dia 22 de setembro, sexta-feira.

A Apple apresentou hoje a tão esperada nova Apple TV, com capacidade para 4K. Tim Cook chamou à adoção do 4K “ponto de inflexão” na televisão. A nova Apple TV é capaz de fazer streaming em 4K, colocando a gigante de Cupertino no mesmo ponto que Roku, Amazon e a Google, que já ofereciam produtos com suporte a esta definição. A nova TV estará disponível dia 22 de setembro por 199€ em Portugal com 32GB de capacidade e 219€ com 64GB de capacidade. A pré-venda começa dia 15 de setembro.

Para além do 4K, a Apple apresentou também o HDR na nova Apple TV. O “High Dynamic range” permite imagens mais brilhantes e com maior variedade de cores em televisões que também suportem a tecnologia. Uma coisa é certa, a diferença nota-se bem como mostrado durante a apresentação.

A interface do tvOS foi também redesenhada para incluir otimização 4K. A questão que fica é o conteúdo. Eddy Cue, o homem responsável por apresentar as novidades da Apple TV anunciou que os principais estúdios de Hollywood vão disponibilizar o seu conteúdo em 4K na iTunes Store. Os conteúdos em HD comprados pelos clientes vão ser atualizados gratuitamente para 4K HDR. Muito bom! O preço dos conteúdos mantém-se o mesmo que o preço dos HD.

Aplicações como Netflix ou a Amazon Prime vão também ficar disponíveis em 4K. A Apple TV vai também ser atualizada com foco em desporto em direto e notícias.

Quanto ao hardware, a atualização é enorme. O novo processador é o A10X Fusion (o mesmo do iPad Pro), com 3GB de RAM. A performance aumenta assim para o dobro em relação ao modelo anterior, garantindo assim a reprodução sem erros de conteúdo 4K a 60fps. A Apple TV de 4ª geração sem 4K está agora apenas disponível na versão de 32GB por 159€, em vez dos 179€ anteriores.