Um olhar raro no mundo da Apple no programa 60 minutes

Ontem foi exibido, nos Estados Unidos, um segmento sobre a Apple no conceituado programa televisivo 60 minutes. O repórter Charlie Rose falou com alguns dos principais executivos da Apple e ainda teve uma oportunidade rara de visitar os laboratórios secretos da Apple em Cupertino e de ver a nova sede que está a ser construída.

O segmento começa na reunião semanal que conta com os principais executivos da Apple e onde Eddy Cue diz que um dos maiores prazeres é saber que os produtos criados estão disponíveis a todas as pessoas no mundo independentemente da idade. De seguida Charlie fala com o chefe de Design da Apple, Jony Ive, onde se fala da conceptualização e criação de alguns dos produtos da empresa, incluindo as dimensões dos iPhone 6 e 6 Plus e também com o chefe responsável pelo componente mais importante e usado destes dispositivo móveis: a câmara fotográfica.

Neste segmento de 15 minutos, o repórter tem ainda tempo de falar com Angela Ahrendts sobre a sua ideia de como as lojas da Apple têm que ser e com Phil Schiller sobre a competição que existe entre os vários produtos vendidos pela empresa.

Como é possível ver no vídeo, foi escolhido não aprofundar a conversas com um ou dois intervenientes mas sim abordar as diferentes áreas que englobam os produtos da Apple – desde o seu planeamento até à sua comercialização.

No segundo vídeo, o assunto abordar alguns dos assuntos mais actuais do mundo da Apple: encriptação digital, produção da China e pagamento de impostos fora dos Estados Unidos da América. O CEO da Apple voltou a afirmar que não se deveria escolher entre encriptação e segurança nacional e diz não faz sentido abrir uma porta traseira porque irá fragilizar o sistema operativo mais tarde.

Nos outros assuntos, Cook revelou que a produção da empresa ocorre maioritariamente na China não por causa dos salários, mas porque aquele país tem pessoas mais especializadas neste tipo de produção do que qualquer outro país. O CEO diz também que, com o aumento da classe média em outros países, os Estados Unidos deixarão de ser o principal mercado na empresa durante os próximos anos.

A entrevista com um assunto mais pessoal e está relacionado com a orientação sexual do CEO. Cook disse que é uma pessoa bastante privada mas que decidiu assumir a sua homossexualidade para ajudar outras pessoas que também se encontram nesta minoria.

 

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