Três anos sem Steve Jobs: que Apple é esta?

Steve Jobs, co-fundador, antigo presidente e diretor executivo da Apple, morreu há três anos, vítima de cancro no pâncreas. Em 2009, foi considerado o CEO da década pela «Fortune Magazine», mas para muitos, Jobs foi o CEO do século.

Depois de ter resignado ao cargo de diretor executivo, poucos meses antes de morrer, muitos especialistas questionaram o futuro da gigante tecnológica norte-americana. Timothy Cook, o sucessor escolhido por Jobs, tinha uma árdua tarefa pela frente: manter a Apple com o estatuto de empresa criativa, inovadora e visionária e, além disso, ter a capacidade de liderar a empresa tecnológica com o valor de ações mais elevado na Bolsa de Nova Iorque.

O que se podia esperar da Apple sem Steve Jobs? Esta era a questão que preocupava investidores e especuladores financeiros.

Muitos admitiam a queda das ações da empresa. As vozes mais pessimistas iam mais longe e afirmavam mesmo que a «verdadeira Apple» morria com o desaparecimento de Steve Jobs.

Com efeito, a Apple passou por um período de «crise» depois da morte de Jobs.

Por um lado, porque empresas como a Samsung e a Google (com o Android) conseguiram acompanhar os produtos da empresa no mercado das comunicações móveis e dos tablets – sabe-se que a «guerra» entre a Apple e a Samsung é a disputa mais mediática entre empresas tecnológicas.

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