O ecrã do iPhone 5

Com o novo iPhone 5 a já estar no mercado há algum tempo (a Portugal chega… hoje), o mesmo já foi dissecado e analisado em detalhe, e chega agora a vez de ficarmos a conhecer as conclusões sobre o seu ecrã.

Os melhoramentos face ao ecrã do iPhone 4 foram bastante significativos, e embora não tenha atingido a “perfeição” do ecrã do iPad 3, que surge com uma calibração de nível profissional, anda bastante lá perto. O relatório da DisplayMate refere apenas uma tonalidade a fugir para o “branco azul” em vez de um branco neutro.

Tanbém o relatório do site Anandtech confirma os resultados, dizendo que seria excelente se todos os monitores (de secretária) tivessem esta qualidade e estivessem calibrados como o ecrã do novo iPhone 5.

E isto faz-me lembrar o quanto algumas pessoas poderão estar tão mal habituadas, que depois até estranham ao olhar para uma imagem “tal como ela é” (ou deveria ser). Eu posso falar sobre isso, pois convivo diariamente com dois monitores: um LCD não IPS, e outro que é IPS (e que por acaso já foi calibrado com os tais sistemas de calibração que colocam uma câmara encostada no ecrã – embora tenha revelado que a calibração de fábrica já estava “no ponto”). E… as diferenças são abismais. Uma fotografia vista no LCD IPS não tem nada a ver com a que é vista no outro monitor. Mais, coisas que num são perfeitamente visíveis noutro tornam-se quase imperceptíveis – a tonalidade entre os emails lidos/não lidos no Gmail com o tema standard é um desses casos.

Daí que depois não tenha outro remédio senão rir-me quando vejo comentários de utilizadores a criticar o ecrã do iPhone 5, por “serem demasiado saturados”, e que depois quando corrigem as fotos para ficarem bem no seu ecrã de secretária (não IPS provavelmente), ficam completamente berrantes quando as vêem novamente no iPhone.

0 comentários