O design do novo iPhone

Estamos precisamente a um mês de distância da data em que se espera que a Apple apresente o novo iPhone. Um iPhone que tudo indica que será mais “esticado”, mudando a proporção do ecrã para um formato mais próximo do 16:9, e que parece ser confirmado pelo iOS6, que se descobriu ser capaz de se adaptar mais inteligentemente a uma resolução de 1136×640.

 

Forçando essa resolução no iOS 5 (imagem à esquerda), vemos que o ecrã principal do iOS continua a apresentar as mesmas quatro linhas de icons, apenas ligeiramente mais afastadas. Mas, quando se faz isso no iOS6 (imagem à direita), o iOS passa a exibir uma linha adicional de icons.

Mas… e o que se poderá dizer do novo design? Há quem já se tenha dado ao trabalho de analisar mais em detalhe as origens e consequências deste novo design unibody. Mas, mesmo para quem não se queira chatear com muitos detalhes, parece-me evidente que o novo iPhone está muito melhor conseguido que os modelos que o precederam.

Não que os actuais iPhone 4/4S passem subitamente a estar “fora de moda”, pessoalmente continuo a acha-los dos smartphones esteticamente mais bem conseguidos à venda no mercado – mas não podemos negar que o novo iPhone conseguirá ser ainda mais atractivo, e ao mesmo tempo tornando-se mais sólido e resistente. (Com o vidro a ficar “à face” do seu novo chassis, e agora com a parte traseira em metal, penso que se tornará muito mais difícil estilhaçar o ecrã devido a uma queda acidental).

Ou seja… parece-me que fica praticamente garantido que este novo iPhone se tornará num novo recordista de vendas (e que chega também na altura “certa”, quando muitos milhões de americanos estarão a terminar os seus contratos do iPhone 4, e assim ficarão livres para se actualizarem para o novo modelo.)

A nivel de hardware e software, é coisa que ficará para abordamos noutro dia… mas será quase certo que teremos actualização do CPU (para um quad-core – ou um com CPUs assimétricos low-power/high-power?),  GPU igualmente melhorado, NFC, e… também 4G/LTE… embora fique por descobrir como é que a Apple pretenderá enfrentar um mercado mundial, onde ao contrário do 3G, ainda é composto por muitas dezenas de frequências diferentes, dependendo da região/país.

E para avaliarmos o interesse deste novo iPhone… não podia deixar de faltar um dos nossos inquéritos habituais:

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