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As últimas do mundo Apple.

A WWDC 2017 está mesmo à porta, e cada vez mais parece possível que este ano as atenções não estarão apenas voltadas para o software. O Digitimes avança que a Apple está a acelarar a produção dos próximos iPad Pro. O que significa que pode estar para breve o seu lançamento. Recorde-se que o famoso analista Ming-Chi Kuo, da KGI Securities, tem vindo a afirmar que existe uma enorme possibilidade, segundo ele “maior do que 70%” de a gigante de Cupertino revelar o novo iPad Pro de 10,5″ em junho na WWDC, com base no momento do aumento da produção.

E agora surgiram imagens de capas para os novos iPad Pro, o que sustenta esta teoria. Mas bom, creio que já devem estar cansados de ler coisas relacionadas à provável data de lançamento, por isso vamos aos detalhes de design. Porque se os rumores quanto à data de lançamento, e alguns pormenores dos aparelhos tem sido muitos, imagens de como serão, não existem. Era bom que houvesse um leak com renders do design dos iPad Pro, mas tal ainda não aconteceu, todavia, foram divulgadas supostas imagens de capas que fabricantes já estão a trabalhar para terem prontas a tempo do lançamento. E já nos revelam alguns pormenores interessantes:

Via 9to5Mac

Esta imagem acima anexada e partilhada pelo 9to5Mac sugere ao contrário do que era falado que o iPad Pro não deve manter as dimensões do atual de 9,7″, ou seja, apesar de o ecrã poder ocupar quase toda a parte frontal do equipamento, ele pode vir a ser ligeiramente maior em dimensões, não só do ecrã.

Via 9to5Mac

Na segunda imagem,  também partilhada pelo site 9to5Mac, apesar de não termos qualquer ideia das proporções, parece-me, e volto a repetir, parece-me, que no caso do iPad Pro 12,9″ a capa é ligeiramente mais pequena. Isto pode ser por causa da diminuição das bordas do ecrã.

Deixem-me repetir, porque nunca é demais fazê-lo quando a base de um artigo são rumores, que é preciso ter em atenção que rumores são apenas isso, rumores. Não são a garantia de que algo vá acontecer. E já com este iPad Pro se passou isso em março passado, quando rumores sugeriam que o lançamento deveria ocorrer por essa altura.

No mês passado, a Nike e a Apple expandiram a sua parceria com o anúncio da ediçao limitada do Apple Watch NikeLab. Hoje, as empresas voltam a levar a sua parceria avante com o anúncio de quatro novas pulseiras para o Apple Watch Nike +  a combinar com a linha de sapatilhas Nike Air VaporMax Flyknit “Dia para a Noite”.

“A coleção “Dia para a Noite” combina com os corredores em qualquer período do dia que escolherem correr – desde o nascer até o pôr-do-sol. Cada uma das cores é inspirada em uma sombra do céu, do amanhecer ao anoitecer, e permite que os corredores – pela primeira vez – passem uma ideia ao combinarem as suas pulseiras do Apple Watch Nike+ com o seu calçado.”

As novas pulseiras estarão disponíveis na próxima semana, no 1° de junho, por 49$ na loja online, ou nas lojas físicas da Nike. A Apple também vai comercializar a nova linha de pulseiras no início de junho, por enquanto, sem data exata.

Cuidado Siri! Como nos apontavam os rumores, a Google anunciou durante a keynote de inauguração da sua conferência de programadores I/O 2017, a expansão da Google Assistant para o iPhone. A Google Assistant está já disponível através de uma aplicação para o iPhone. Inicialmente apenas para os utilizadores nos EUA. Nos próximos meses, a assistente vai ficar disponível para mais pessoas e mais idiomas como Português do Brasil, Francês, Alemão e Japonês. Até ao final do ano em Espanhol, Italiano e Coreano.

E em Portugal?

Apesar de ainda não estar disponível da App Store portuguesa já é possível falar com a Google Assistant em português, contudo as respostas continuaram a ser em inglês. Os locais, a metereologia e praticamente tudo o resto já estão disponíveis na aplicação. Mas como ter a aplicação em Portugal? É fácil.

  1. Abra a App Store e termine a sessão da sua conta. Mude para a App Store americana. Vai precisar de um email ainda não registado na App Store.
  2. Pesquise por Google Assistant e vá para a página da aplicação.
  3. Prima  iOS Get button  e prima novamente o botão.
  4. Registe uma nova conta com o novo email e verifique o seu email. Qualquer dúvida, deixem nos comentários e tentamos responder.

 

Segundo rumores a Apple pode vir a atualizar os três modelos de MacBook na WWDC este ano, acordo com relatos de Mark Gurman na Bloomberg.

A gigante de Cupertino está, segundo os rumores, a trabalhar em três modelos atualizados: um MacBook Pro com os novos processadores Kaby Lake da Intel, uma versão mais poderosa do MacBook de 12 polegadas e uma versão de 13 polegadas do MacBook Air também com melhor processador.

Os rumores  indicam que as mudanças ao nível de hardware serão poucas, mas de realçar que a Apple absorveu algum do criticismo face aos novos MacBook Pro e vai atualizar os modelos com novos processadores. Os rumores não apontam, no entanto, coisas como a RAM ou até mesmo as entradas USB-C.

O MacBook e o MacBook Air terão certamente uma atualização este ano já que a última já foi em 2016 e 2015, respetivamente. A WWDC 2017 vai ter lugar de 5 a 9 de junho.

Surgiram rumores que a Apple pode estar a preparar a apresentação de um novo iPad Pro de 10.5″. Segundo o conhecido analista da KGI Securities, Ming-Chi Kuo, este anúncio é provável que ocorra na Worldwide Developers Conference, juntamente com o Siri Speaker.

Ming-Chi Kuo preveu em Agosto que a Apple iria apresentar um novo trio de iPads (um modelo de Pro 12.9 polegadas, um modelo Pro de 10.5 e o modelo de entrada de 9.7 polegadas) em 2017. De acordo com um relatório, esta altura é boa porque aumenta as vendas de final de trimestre. O iPad em questão terá 9.7 polegadas, mas cantos arredondados graças ao seu ecrã maior.

Para além disso, Ming-Chi Kuo diz que há 50% de probabilidade de a Apple lançar já na WWDC o, já tão famoso, Siri Speaker. No seu último relatório, o analista diz que o dispositivo vai ter um ecrã touch e, segundo rumores que surgiram na imprensa, alguns funcionários da Apple já estarão mesmo a testar o novo dispositivo nas suas casas.

A keynote de abertura da Worldwide Developers Conference acontece na segunda-feira, dia 5 de junho.

A Apple está a planear disponibilizar o iTunes na Windows Store. Num anúncio que apanhou toda a gente de surpresa na Build 2017, a Microsoft revelou que está a trabalhar com a Apple para disponibilizar o iTunes para a Windows Store. Parece não ser um anúncio de grande importância, mas na verdade é, já que o iTunes é uma das aplicações mais pesquisadas na loja, mesmo não estando disponível.

Contudo, a Microsoft não pode ficar por aqui e precisa de atrair outra aplicações, como a suíte de criatividade da Adobe e o Google Chrome. Há sinais de que o Chrome talvez nunca apareça na Windows Store, já que o Google precisa de  reformular parte do seu navegador para atender aos requisitos da Microsoft. As aplicações do Windows Store que navegam na web precisam de usar o motor Edge da Microsoft e o Chrome usa o motor de renderização Blink da própria Google. A Google pode decidir criar uma nova versão do Chrome especificamente para a Windows Store, como fez antes com o iOS, mas é bastante improvável.

De qualquer maneira, o iTunes é mais um peso pesado a chegar à Windows Store e uma grande adição para os utilizadores, demonstrando assim o contínuo interesse da Microsoft na sua loja, que ainda tem muito que crescer.

Ainda se recordam do tiroteio de San Bernardino? Ainda se recordam de toda a controvérsia que existiu em relação ao iPhone do atirador? Vamos recapitular um pouco a história para reavivar a memória.

No dia e de Dezembro de 2015 um casal foi considerado culpado por um tiroteio no Inland Reginal Center em San Bernardino. O resultado desse tiroteio foram 21 feridos e 14 mortos. Este tiroteio foi considerado pelo FBI como um ataque terrorista, e os indivíduos que foram identificados como autores acabaram por ser abatidos na fuga durante uma troca de tiros.

Os autores do ataque foram Tashfeen Malik e o seu marido Syed Farook, este último ficou bastante conhecido mesmo após a sua morte porque o seu iPhone 5C era bastante cobiçado pelo FBI. Graças a este iPhone, as agências governamentais entraram numa guerra com a Apple devido à privacidade dos utilizadores.

O FBI precisava de aceder ao conteúdo do iPhone de Farook mas a Apple não vacilou. Apesar das circunstâncias nunca cedeu para dar acesso a conteúdo encriptado mesmo com algumas pressões judiciais. Desta forma o FBI não conseguiu nada com a aprovação de Tim Cook portanto a agência governamental teve de se mexer por outros meios.

Mais tarde foi tornado público que o FBI tinha conseguido aceder ao iPhone do suspeito, mas para que esse processo teve de ser pago. E agora surgem mais dados em relação a esse acesso ao conteúdo encriptado do dispositivo. Especulava-se que o desbloqueio do iPhone 5C de Farrok tivesse custado ao estado mais do que um milhão de dólares. Mas agora chegam valores concretos que foram revelados pela senadora Dianne Feinstein.

Segundo ela o valor oficial para o desbloqueio do iPhone 5C do atirador de San Bernardino foi de 900.000 dólares. Um valor não muito distante daquele que se especulou inicialmente.

A Apple comprou a Beddit, uma empresa Filandesa especializada em dispositivos de análise de sono que funcionam com iOS e watchOS. Os primeiros relatos desta compra chegaram por parte da CNBC, já que a Beddit atualizou a secção de privacidade no seu site para não só relatar a compra como para confirmar que os dados dos consumidores estão agora também sujeitos à política da privacidade da Apple.

O último produto da Beddit é a versão 3 do seu monitor de sono, que custa 149$ e é vendido apenas na Apple Store. É uma banda que através de vários sensores e colocada por de baixo dos cobertores monitora vários dados do sono, entre os quais o ruído e o movimento.

Esta aquisição revela o interesse da Apple em investir no campo do sono. A probabilidade de a Apple fazer um dispositivo deste tipo é bastante baixa, já que os esforços da Apple neste campo estão apenas focadas no Apple Watch que, como sabemos, não oferece capacidade de bateria suficiente para dormirmos com ele.

A aquisição Beddit pode apontar para algum tipo de solução oficial para a lacuna nesta funcionalidade, ou a Apple pode planear fazer uso do software da Beddit e dados para futuros produtos ou recursos.

Depois de na semana passada a Apple ter apresentado os seus resultados financeiros, um analista fez uma previsão que pode colocar a Apple como a primeira empresa a valer mais de um trilião de dólares já em 2018, cerca de 202$ por ação.

Brian White, analista da Drexel Hamilton refere que depois do lançamento do iPhone 8 no outono, a Apple está nos primeiros momentos para desbloquear bastante potencial aos investidores.

Acreditamos que a Apple permanece entre as ações mais subestimadas em todo o mundo.

O analista subiu sua previsão de preço de 12 meses para as ações da Apple de 185$ por ação para 202$, reiterando a sua aprovação na compra das ações. Na última sexta-feira a Apple fechou a bolsa com um valor de 148,96$ por ação. Se as previsões de White se confirmarem (uma subida de cerca de 35%), o que daria à gigante de Cupertino um valor de mercado de 1,05 trilhão de dólares com base nas 5,2 mil milhões de ações a serem negociadas atualmente.

Sem ninguém prever a Apple fez alterações significativas e prejudiciais para quem faz parte do seu programa de afiliados. Ainda durante o mês passado a empresa referiu algumas alterações para os afiliados, mas ninguém previa que fossem tão drásticas.

Um afiliado que esteja inscrito no programa da Apple ganhava algo como 7 por cento do valor da venda da aplicação que estivesse a aconselhar. Mas a comissão teve uma descida acentuada, atualmente um afiliado ganha apenas 2.5 por cento do valor total.

Esta informação foi anunciada, mas não foi bem explícita na forma que foi apresentada ao público. Desde o dia 1 de maio que o programa de afiliados sofreu alterações, mas a percentagem de lucro de 2.5 só é válida nas in app purchase.

Isto quer dizer que software como música, filmes, livros (ebooks), aplicações pagas para qualquer tipo de iOS e até mesmo para a Apple TV continuam com a margem de lucro de 7 por cento. Resumidamente as alterações mais significativas do programa de afiliados são visíveis nas chamadas compras dentro da aplicação.