Blitz: O iPod morreu, o iTunes também e os U2 não se estão a sentir lá muito bem

Tim Cook, The Edge, Larry Mullen Jr., Adam Clayton e Bono apresentaram o novo álbum dos U2 na conferência da Apple na terça-feira. Uma festa de bar aberto que custou cem milhões de dólares, diz Miguel Cadete, diretor da BLITZ, no artigo de opinião publicado no Expresso Diário.

Enquanto se esperava pela atuação dos U2 e eram apresentados o novo iPhone, o relógio e o meio de pagamento da Apple, escapou-nos a notícia de que o iPod havia sido descontinuado. A empresa criada por Steve Jobs deixava sorrateiramente cair um dos seus gadgets de maior êxito. R.I.P.

Mas, na verdade, essa notícia não era realmente necessária. A oferta do novo álbum dos U2 no iTunes, com toda a pompa e circunstância, era mais do que suficiente para provar que estávamos a assistir ao cravar do último prego no caixão dessa plataforma e, por consequência, no iPod. Ontem ao fim da tarde, o modelo iPod Classic já não aparecia na loja da Apple.

Hipsters de todo o mundo (ou nem por isso), esqueçam o iTunes e, de uma forma geral, o download de ficheiros de música, legais ou piratas. A Apple vai substituir o lugar onde até há uns tempos gastávamos uns cobres valentes por uma plataforma de streaming chamada Beats. Quando a Apple e uma banda da dimensão ou relevância dos U2 oferece um álbum de originais está a ser assinada, neste caso ao vivo e a cores, a certidão de óbito dessa plataforma. Depois disso, que valor terão as canções que entretanto entrem no iTunes?

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