Apple começa a pagar 400 milhões do caso ebooks

O caso e-books foi dos poucos em que a Apple nunca conseguiu provar a sua inocência e, recurso após recurso, a empresa foi perdendo as esperanças em evitar pagar uma indemnização milionária. Decorria o ano de 2013, quando a Apple foi formalmente considerada culpada de concertação de preços de e-books. A gigante de Cupertino negociou com várias editoras a fixação de preços para as suas rivais, com o objectivo de diminuir a concorrência de empresa como a Amazon.

Quase 3 anos depois da primeira decisão, o Supremo tribunal dos Estados Unidos recusou ouvir o recurso da Apple, terminando assim com todas as hipóteses da empresa em ver a primeira decisão revertida.

Agora, segundo o iClarified, a indemnização, que é superior a 400 milhões de dólares, já começou a ser paga a alguns dos consumidores afectados. Estes últimos são pessoas que compraram e-books nas lojas Amazon, Barnes & Noble, Kobo e Apple entre 1 de Abril de 2010 e 12 de Maio de 2012.

Cada pessoa irá receber um crédito de 6,93 dólares se o livro foi um bestseller to New York Times e 1,57 dólares de for qualquer outro livro.

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